domingo, 28 de março de 2021

"Essência e Luz"



ARTES - Associação Cultural do Seixal

Dia Internacional da Mulher exposição virtual.



                                                 Arte digital  50 X70  Antonieta DFigueiredo 
                                                  © All rights reserved



A exposição Mulheres das Artes, promovida pela ARTES - Associação Cultural do Seixal, está patente no site da associação: 
https://artes-ass-cultural-do-seixal.webnode.pt/  Março de 2021 para assinalar  o Dia Internacional da Mulher.


sábado, 27 de março de 2021

Portugal





" Uma língua é o lugar de onde se vê o mundo e em que se traçam os limites do nosso pensar e sentir.
Da minha língua vê-se o mar.
Da minha língua ouve-se o seu rumor como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto
Por isso a voz do mar foi a da nossa inquietação."

Vergílio Ferreira 09/10/ 1991





                                 "Portugal" Arte digital  Antonieta DFigueiredo © All rights reserved
 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Exposição Colectiva


CNAP 
GALERIA DE ARTE

Inauguração dia 08 de Janeiro de 2021








O Clube Nacional de Artes Plásticas nasceu em Lisboa em 1999.
Tem como principal objectivo a promoção e ensino das Artes Plásticas, sobretudo arte contemporânea. 






                                 


"As cores da Alma"


"Devia morrer-se de outra maneira.

Transformarmo-nos em fumo, por exemplo.

Ou em nuvens.




Quando nos sentíssemos cansados, fartos do mesmo sol

a fingir de novo todas as manhãs, convocaríamos

os amigos mais íntimos com um cartão de convite

para o ritual do Grande Desfazer: «Fulano de tal

comunica a V. Ex.ª que vai transformar-se em nuvem hoje às 9 horas. 





Traje de passeio».


E então, solenemente, com passos de reter tempo,

fatos escuros, olhos de lua de cerimónia, viríamos

todos assistir à despedida.



Apertos de mão quentes. Ternura de calafrio.

«Adeus! Adeus!»




E, pouco a pouco, devagarinho, sem sofrimento,

numa lassidão de arrancar raízes... (primeiro, os olhos...

em seguida, os lábios... depois, os cabelos...) a carne,



em vez de apodrecer, começaria a transfigurar-se

em fumo... tão leve... tão subtil... tão pólen...

como aquela nuvem além (vêem?) - nesta tarde de outono



ainda tocada por um vento de lábios azuis..."


  


josé gomes ferreira - Devia morrer-se de outra maneira.




Fotografias do livro "As Cores da Alma  de Antonieta Figueiredo © All rights reserved





domingo, 11 de outubro de 2020

As cores da alma

Reflexos
(...)

"Não tenho idade
Olha os meus olhos profundamente
Verás que tenho razão,
a minha idade é a chama
que bate no meu coração".


                                                                    © Figueiredo Antonieta 
 

As Cores da alma Editora Hora de ler


"As cores da alma" Antonieta de Figueiredo
poesia ✍️








Um projecto em gaveta, adormecido que vem já da minha adolescência, que despertou neste ano atípico como terapia motivadora e realização de um sonho.
Capa e Ilustrações são pinturas e fotografias da autora.✍️



"As cores da alma"
"Diálogos entre a mão e o carvão"

© Figueiredo Antonieta





"As cores da Alma"
Capa e Ilustrações são pinturas e fotografias da autora.✍️
© Figueiredo Antonieta



Editado pela Hora de Ler

                                     Hélder Alves  montagem  concepção gráfica e arranjo Capa.


 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

A Arte como Esperança


Patente até 11 de Novembro na Galeria de Arte de Cascais

 A Arte Como Esperança. Trata-se de um desafio lançado pela Junta aos artistas da Freguesia que recentemente expuseram nas Galerias de Arte que realizassem um trabalho que refletisse a sua visão da Arte como Esperança. Margarida Antunes, Antonieta Figueiredo, Mafalda Gonçalves, Lena Önnesjö Lobo, Tim Madeira, Rogério Tunes e Sara Ventura aceitaram este desafio e apresentam-nos as suas soluções plásticas e interpretações nestes trabalhos.







 

Antonieta Figueiredo © All rights reserved
Técnica: Acrílico s/madeira
Dimensões: 37 x 30 cm


“ O surto epidémico que atingiu de forma inesperada e dramática, toda a Humanidade veio alterar toda a vida na terra.
As relações de proximidade e afectos foram impedidas.
O Mundo tornou -se a nossa Casa, e nossa Casa, por sua vez, o centro do Mundo.
As janelas passaram a ser o oxigénio da solidariedade entre humanos.
Sobreviver “um dia de cada vez” com determinação e esperança.
Assim nasceu este trabalho.” Antonieta DFigueiredo


Antonieta Figueiredo © All rights reserved
Técnica: Acrílico s/tela

Dimensões: 40 x 50 cm


“ A arte abstrata não sofre influências externas para se expressar.

Cada ser humano é único, com a sua bagagem de vida e identidade.

A forma de expressão, traço e cores revelam a minha subjetividade, desejada ou ocasional, pois no processo de criação, essas formas misturam-se na tela num impulso onde os meus pensamentos tomam corpo através das cores.

Paul Klee: "A arte não reproduz o visível, mas torna-o visível". Antonieta DFigueiredo