segunda-feira, 17 de junho de 2019


Inauguração da Exposição  colectiva 
Dia Internacional da Mulher da ARTES
  

Galeria do Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, no dia 8 de Março de 2019.



Enquanto as mulheres forem discriminadas, nenhum homem será verdadeiramente livre.


Em 1910, numa Conferência Internacional, em Copenhaga, foi proposto por Clara Zetkin a instituição de uma celebração anual das lutas das mulheres trabalhadoras, contra a exploração e a guerra, por direitos sociais e políticos, por melhores salários e horários de trabalho.

O dia 08 de Março – transformou-se numa jornada mundial, um símbolo de luta das mulheres contra todas as formas de opressão, discriminação e exploração, pelos seus direitos específicos e pela paz – razões que permanecem até aos dias de hoje.



 Acrílico  sobre tela. Antonieta DFigueiredo © All rights reserved



"Os caminhos não estão feitos, é andando que cada um de nós faz o seu próprio caminho. A estrada não está preparada para nos receber, é preciso que sejam os nossos pés a marcar o destino, destino ou objectivo ou que quer que seja."

José Saramago




                                                     Série "Geometrias da cor" 
                           Técnica mista  Antonieta DFigueiredo © All rights reserved


Intervenção colectiva de artes plásticas ao ar livre e em espaço público que apresenta um conjunto de trabalhos produzidos por artistas associados da ARTESAssociação Cultural do Seixal.
Inaugurada no dia 12 de Abril, sexta-feira, às 18 horas.
Parque da Quinta dos Franceses, Seixal e estará patente até  patente até 29 de Setembro de 2019.



Esta iniciativa integra o programa das comemorações do 45.º aniversário do 25 de Abril de 1974.





 Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen -- O Nome das Coisas, 1974





Bandeira da Liberdade Antonieta DFigueiredo







domingo, 31 de março de 2019




"A espantosa realidade das coisas
é a minha descoberta de todos os dias
cada coisa é o que é,
e é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra,
e quanto isso me basta."

Alberto Caeiro




"Abstractos da natureza"




arte digital Figueiredo Maria Antonieta © All rights reserved


https://olhares.sapo.pt/abstractos-da-natureza-foto9660723.html?fbclid=IwAR1xXAdzrkFsO52Ns3sc1yNBHzVQszfhM9jRfbrtkEvStuEUM9kJyqJIlac

Biblioteca Dos Coruchéus, Lisboa




Com uma excelente moldura de amigos e interessados, decorreu num ambiente muito agradável.


Curiosidades sobre a biblioteca




Segundo um artigo do Dicionário da História de Lisboa, o Palácio e Quinta dos Coruchéus em 1945, data em que foi adquirido pela CML, era uma propriedade constituída “por terras de horta, árvores de fruto e oliveiras, dois poços e tanques e construções diversas totalizando 4.400m2”.

Ainda segundo a mesma fonte, obteve o seu nome de um elemento arquitetónico característico que serve para designar os “remates de pedra (…) que marcam verticalmente os cunhais junto aos beirais” dos edifícios apalaçados como este.

Segundo outro dos documentos citados nesta obra, o edifício teria sofrido “efeitos do terramoto de 1755, numa escala difícil de calcular” e há algumas referências pouco fidedignas e romanceadas sobre o facto deste ter sido mandado erigir por Filipe II para alojar uma das suas concubinas.

Data de inauguração: 2013



http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/biblioteca-dos-corucheus




 a minha paleta


"ATmosferas" 2018 (fragmento) Téc.mista s/tela
© All rights reserved 


"Entre muros" 2018 Acrílico e técnica mista sobre tela"
© All rights reserved 



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"Essencia " 2018 Acrilico e técnica mista sobre tela.
© All rights reserved 











terça-feira, 5 de fevereiro de 2019





"Durante o processo criativo, tenho dois períodos ; o entusiasmo e a angustia.
Raramente estou satisfeita... quando as ideias explodem, sinto a adrenalina, um prazer.... na configuração os resultados fluem alteram-se e da ideia inicial, nasce outra que complementa ou não e há o momento final; saber parar....



"Rostos sem Luz" 
Colecção particular     © All rights reserved



____ "Rostos sem Luz"  foi um desses trabalhos que apesar dos vários sentimentos que me causou no processo criativo, também me deixou uma certa nostalgia quando saiu para outra morada.
Não foi o único que me causou este sentimento, porém, confesso que outros trabalhos não me deixam este estado de espírito. 
Contudo, eu sei que se o trabalho tocou, emocionou alguém, já não me pertence no sentido de que ele se completa no desfrutar do outro."

Antonieta DFigueiredo



Aquele que olha um quadro deverá encontrar-se diante de um ser que lhe faça companhia, que lhe conte histórias, que lhe dê certezas. Porque o quadro não é evasão, deve ser um amigo que nos fala, que descobre riquezas em nós e à nossa volta"


Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa, 1908; Paris, 1992)




sexta-feira, 4 de janeiro de 2019