terça-feira, 14 de agosto de 2018

Colectivas 2018




                                                 Alcarte 2018


 Alcarte realiza-se na galeria municipal dos Paços do Concelho no período de 21 de Setembro a 19 de Outubro.





Colectivas - 2018

Exposição do Mertolarte 2018 


A inauguração da exposição dos trabalhos do concurso Mertolarte 2018 teve lugar no passado sábado à tarde, dia 4 de Agosto.
 Os trabalhos estão em exposição na Casa da Artes Mário Elias, no núcleo museológico da Basílica Paleocristã e na Galeria do
Castelo, até 15 de Setembro.





Acrílico s/tela " Memórias" Antonieta Figueiredo
© All rights reserved 


O Museu PaleoCristão, a Galeria do Castelo e a Casa de Artes Mário Elias, acolhem as 143 obras apresentadas.

A vereadora Rosinda Pimenta, fala numa adesão crescente dos artistas a esta iniciativa.

A exposição está patente ao público de 08 Agosto até  15 de Setembro









https://soundcloud.com/radiopax/rosinda-pimenta-16


O tempo e o espírito  



"O tempo, embora faça desabrochar e definhar animais e plantas com assombrosa pontualidade, não tem sobre a alma do homem efeitos tão simples. A alma do homem, aliás, age de forma igualmente estranha sobre o corpo do tempo. Uma hora, alojada no bizarro elemento do espírito humano, pode valer cinquenta ou cem vezes mais que a sua duração medida pelo relógio; em contrapartida, uma hora pode ser fielmente representada no mostrador do espírito por um segundo."
.



Virginia Woolf (1882-1941) in Orlando



"Espessura do tempo"

    aqui _______http://olhares.sapo.pt/espessura-do-tempo-foto9451957.html

                                         "Arte digital de Antonieta Figueiredo © All rights reserved





"Grafia do olhar" 




                                   aqui_http://olhares.sapo.pt/grafia-do-olhar-foto9451949.html
                                   
                                      "Arte digital de Antonieta Figueiredo © All rights reserved



"Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única, e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós
 Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito; mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito; mas não há os que não deixam nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente que duas almas não se encontram ao acaso."
O Pequeno Príncipe 
Antoine de Saint-Exupéry

                                                                                                                         


terça-feira, 5 de junho de 2018

23 a 31 de maio - Exposição: Artes Plásticas
Exposição de Artes Plásticas // A Arte Contra o Cancro
// Casa das Artes Mário Elias // Org. Liga Portuguesa
Contra o Cancro

Participei nesta causa com "Renovação" Técnica mista s/cartão.






Mértola, também apelidada de Vila-Museu, é uma tranquila vila raiana muralhada, situada num penhasco sobranceiro ao rio Guadiana, no distrito de Beja, Baixo Alentejo. Foi em tempos um dos mais importantes portos fluviais do Mediterrâneo e, por isso, visitar Mértola é fazer uma viagem ao passado, rumo à descoberta de vestígios da presença de grandes civilizações – dos romanos, passando pelos visigodos e muçulmanos, até aos cristãos.

Longe do bulício dos grandes centros urbanos, Mértola, com o seu clima ameno, convida-nos a passeios tranquilos pelas suas ruas e ruelas, descobrindo, por entre o branco casario, os seus recantos cheios de história. A coroar a vila encontra-se o Castelo de Mértola, que, altivo, domina toda a paisagem circundante, e que nos desafia a explorá-lo.
Lá em baixo, as águas do Guadiana tentam-nos para um passeio de barco a relembrar rotas ancestrais. Nos dias mais quentes é uma experiência muito refrescante!




breve história
As origens de Mértola remontam ao período neolítico. Veio a tornar-se num importante entreposto comercial frequentado por Fenícios e Cartagineses, graças à sua posição estratégica junto ao último troço navegável do rio Guadiana, que em grande parte do Alentejo separa Portugal de Espanha.

Durante o período romano, Mértola, então Mirtylis Iulia, era um importante porto fluvial, onde se desenvolveu um intenso comércio com os principais portos do Mar Mediterrâneo oriental. Ainda hoje é possível identificar os vestígios romanos no Criptopórtico, na Torre Couraça, na casa romana e nas vias romanas.

Após a queda do Império Romano, a vila foi ocupada pelos Visigodos, que deixaram vestígios arquitetónicos da sua presença, nomeadamente colunas e pilastras, que podem ser vistos numa exposição patente na Torre de Menagem do Castelo.

Após a invasão muçulmana, no século VIII, Mértola, que passou a ser denominada Mārtulah, continuou a manter a sua importância comercial, por ser o porto mais Ocidental do Mediterrâneo. Este foi o período de maior dinamismo económico, culminando no crescimento e apogeu da urbe, que se tornou, durante um curto espaço de tempo, capital de um pequeno emirado islâmico independente, a Taifa de Mértola. A importância de Mārtulah é bem visível na riqueza do seu património islâmico, posto a nu por duas décadas de escavações arqueológicas. Hoje, pode ser revisitado no núcleo de Arte Islâmica do Museu de Mértola.

Durante a Reconquista Cristã, Mértola foi conquistada aos mouros no reinado de D. Sancho II de Portugal, pelo comendador da Ordem de Santiago, Paio Peres Correia, em 1238. Mais tarde, em 1512, D. Manuel I dá Foral à vila e durante os séculos XVI e XVII, o seu porto atinge novo fulgor com a exportação de cereais para as ocupações portuguesas no Norte de África.

No final do século XIX, com a descoberta da jazida mineral em S. Domingos, Mértola conhece uma nova época de prosperidade, que se traduziu num elevado crescimento demográfico. No fim da década de cinquenta, a exploração mineira começou a diminuir e em 1965 a Mina encerrou definitivamente.

A vila possui um riquíssimo património arquitectónico, de grande valor histórico e cultural, onde se destacam Castelo, Igreja Matriz, Convento de S. Francisco, Torre Couraça e Torre do Relógio.  

segunda-feira, 7 de maio de 2018



A Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, pertencente à Câmara Municipal de Lisboa, sendo um espaço privilegiado de saber, cultura e de lazer.

A Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro foi inaugurada em 18 de Dezembro de 2003, adoptando o nome do notável geógrafo, professor e humanista (1911-1977) e elegendo o tema das viagens como inspiração central do projecto.






Exposição de Pintura 
Inauguração realizou -se no dia  21 de Abril às 16h30







Através de uma linguagem abstracta, procuro dar pelas cores e formas dinamismo e ritmo, criando composições não representativas, mas subjectivas.


A pintura para mim é um encontro intimo com o meu imaginário e uma linguagem sensorial.

Pinto pensamentos em traços cor e contrastes como forma de comunicação.

Antonieta Figueiredo











Biblioteca Orlando Ribeiro
Data: 2018-04-21 até 2018-05-06






                                         


                                                         
                                              BANDEIRAS DE LIBERDADE
                                     
BANDEIRAS DA LIBERDADE é uma colectiva de artes plásticas e apresenta um conjunto de trabalhos produzidos por artistas da ARTES – Associação Cultural do Seixal, integrando o programa de comemorações do 44.º aniversário do 25 de Abril de 1974.

Junto ao Forum Cultural do Seixal Quinta dos Franceses.

    
http://www.cm-seixal.pt/evento/bandeiras-da-liberdade


"A cultura não é uma actividade de tempos livres; é o que nos torna livres todo o tempo"

Luisa Etxenike


De 13 de Abril a 16 de Setembro de 2018  

 Organização    ARTES – Associação Cultural do Seixal.

Apoio  Câmara Municipal do Seixal.







      Bandeira de Antonieta Figueiredo
     De 13 de Abril a 16 de Setembro de 2018 
     Organização    ARTES – Associação Cultural do Seixal.








25 de Abril
Esta é a madrugada que eu esperava 
O dia inicial inteiro e limpo 
Onde emergimos da noite e do silêncio 
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, in 'O Nome das Coisas'